Escola de Criatividade

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De que maneira podemos inovar pelas pessoas?

by Luiza Wolf / quarta-feira, 20 março 2019 / Published in Artigo

A nova Era não é como imaginamos, ou talvez, não deveria ser. Os nossos processos não fazem parte do imediatismo que tanto se é cobrado e a caminhada é longa, dependendo de processos, desenvolvimentos criativos e o mais importante: pessoas.

Inovação: os seus tímpanos já estão cansados desta palavra ecoando nas páginas do dicionário corporativo, que normalmente está acompanhada de tecnologia, empreendedorismo, ou gestão e liderança – ou, qualquer coisa que remeta à Quarta Revolução Industrial. E se mudássemos o cenário? E se começarmos a olhar para as pessoas?

Quando começamos a lembrar que absolutamente tudo em nossa volta é feito por pessoas, não será difícil o processo de troca de cenários e novos olhares. Os tempos nos remetem ao novo processo de estilo de vida, negócios e economia e as pesquisas corroboram a ideia de que essas características de um mundo inovador é simples, moderno e espontâneo, sendo o ideal. Porém, a inovação envolve a exploração de caminhos incertos e desconhecidos, árduos de serem percorridos.

Aqui na Escola de Criatividade, acreditamos que a inovação é um processo que acontece a partir de longos tempos. Já a criatividade é um atributo humano e para que as duas coisas aconteçam de maneira harmoniosa, nós utilizamos a nossa metodologia de Hábitos Criativos, com três pilares fundamentais para conquistar qualquer vitória ou resultado. São eles:

  • Imaginação
  • Criatividade
  • Inovação

 

Está vendo onde se encontra a palavra da vez? Sim, no terceiro pilar. Para conseguir chegar ao tão sonhado processo inovador, temos inúmeros outros e, segundo nosso fundador Jean Sigel, não basta ter boas ideias, é preciso saber  executá-las – talvez, este processo demanda um certo tempo, ou talvez não. Não há como saber o caminho e o processo, antes de traçarmos e enfim, efetuarmos.

A nova Cultura Inovadora conta com inúmeras pesquisas por aí, que revelam que a coisa não é bem assim, simples: segundo a revista Harvard Business Review, “O sistema de inovação é visto como divertido, pela sua tolerância ao fracasso, disposição para experimentar; visto como psicologicamente seguro, altamente colaborativo e não hierárquico (…) Esses traços, tão fáceis de apreciar e tão merecedores de atenção, são apenas um lado da moeda. Eles devem ser contrabalanceados por outros mais difíceis e francamente, menos divertidos: intolerância pela incompetência, disciplina rigorosa, franqueza brutal, alto nível de responsabilidade individual e liderança forte”.

Ou seja, muito antes de pensarmos em como se vêm construindo uma nova cultura social e empresarial, é necessário lembrar que absolutamente tudo: tecnologia, inovação, processos, empreendedorismo e etc., são feitos por pessoas. E antes de pensarmos em negócios, é fundamental pensarmos em quem fará acontecer.

Pessoas e criatividade

O processo em ser criativo começa lá na pré-escola, onde as crianças buscam em ideias a fonte para criar novas coisas. Durante essa fase é que o potencial criativo é ou não ativado. Essa capacidade pode ter a liberdade de ser desenvolvida com o passar dos anos, ou ser ignoradas e congeladas por, claro, adultos. Quando limitamos a criatividade e a imaginação de uma criança, nós definimos o processo criativo dela pelo resto de suas vidas.

Para tornar-se uma pessoa criativa, não basta ser curioso, é necessário ser disciplinado em atividades que exercitem a capacidade de imaginação. Buscando inspiração em informações e trabalhando a sensibilidade de percebê-las de forma diferente. Pessoas criativas são automaticamente persistentes, possuindo rápida desenvoltura em atividades com fácil percepção, habilidade no aprendizado e ainda são grandes visionárias, já que conseguem prever as consequências dos seus atos e escolhas.

Quer processo mais inovador do que o desenvolvimento de um ser humano criativo?

Inovação

Um  método novo  para a exploração econômica e criativa, apenas um processo inovador que chega ao mercado. De acordo com Christopher Freeman, inovação é o processo que inclui as atividades técnicas, concepção, desenvolvimento, gestão e que resulta na comercialização de novos produtos e, este processo pode ser realizado por máquinas manipuladas por pessoas, ou constituído diretamente por processos que expandem a área humana.

Na Quarta Revolução, a inovação se caracteriza por fazer mais com menos, permitindo gamas de eficiência em processos produtivos, administrativos ou financeiros. Prestando serviços, potencializando e tornando-se um grande fator de competitividade. Assim, pode ser considerada elemento fundamental no crescimento econômico da sociedade.

O gerenciamento ou processos é importante, mas precisamos lembrar que tudo que se é projetado no mundo, é realizado por seres humanos e, é no processo criativo dessas pessoas que precisamos trabalhar e buscar estratégias para que todos se desenvolvam em suas habilidades.

Troque seu cenário de investimento inovador e invista nas pessoas. Quem sabe o erro seja esse: antecipar os processos, os passos. Antes de investir em qualquer promessa para o futuro, invista nas pessoas. Na imaginação humana que levará ao processo criativo e, assim, ao último processo: a inovação.

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Queremos transformar pessoas pelo seu próprio potencial criativo por meio da inspiração, prática e geração de ideias e projetos inovadores.

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